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Dr. Advogado Borges
Advocacia Criminal
& Cível
CONTINUA PRESO CAPITÃO DA PM SUSPEITO DE MATAR
ADVOGADA EM OURO PRETO
Anderson Maurício Coelho, capitão da
Polícia Militar de Minas Gerais, teve pedido de liminar em habeas
corpus negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ),
ministro Ari Pargendler. Ele queria a revogação de sua
prisão temporária.
O policial foi preso a pedido do Ministério Público de Minas
Gerais como um dos suspeitos do assassinato da advogada Rita Inês e seu
marido, Fabiano Barros Soares, na cidade de Ouro Preto. Eles foram executados
em casa, com tiros na nuca.
Antes de morrer, a advogada gravou um vídeo no qual relatou as
ameaças que vinha recebendo e apontou nominalmente os prováveis
responsáveis por algum mal que lhe fosse causado. Quatro pessoas foram
presas com base nesse DVD.
A prisão temporária foi decretada porque os suspeitos, dois
policiais militares e dois empresários, ocupam posições importantes
em Ouro Preto e poderiam atrapalhar as investigações. O
Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou pedido de liminar em habeas
corpus para revogação da prisão, o que motivou
idêntico pedido no STJ.
O ministro Ari Pargendler negou a liminar, seguindo a Súmula 691 do
Supremo Tribunal Federal, que impede a impetração de habeas
corpus contra liminar negada em habeas corpus anterior. O mérito do
pedido será julgado pela Sexta Turma. O relator é o ministro
Sebastião Reis Júnior
Fonte: www.stj.gov.br-26/01/2012 - 09h13
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